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Sustentabilidade é Saúde: A busca pela construção verde é princípio básico dos projetos do Hospital Israelita Albert Einstein. .... foram utilizadas bacias Stealth  da Econoágua com acionamento único de 3 litros, que usa o princípio de Archimedes e a Mecânica dos fluidos.  A soma vetorial dos 3 litros de água + os 3 litros de ar que foram  comprimidos na tecnologia Stealth, resultam numa força equivalente a 4,3 litros, embora esteja apenas usando 3 litros de água. 
Ainda, o baixo atrito graças ao tratamento interno em esmalte no sifão, garantem uma performance muito superior aos antigos vasos que frequentemente entupiam.

 
Sustentabilidade é Saúde
 
Por Rose Castilho
Falar sobre saúde nunca foi tão fácil. Pode parecer simples e objetivo, mas a saúde vai muito além
da não existência ou da cura de enfermidades. Saúde está em nosso dia a dia, na alimentação,
na felicidade, na disposição, só para citar alguns tópicos. Os edifícios corporativos e residenciais,
bem como outras construções pelas quais transitamos diariamente, têm grande impacto em nosso
bem-estar. E, para onde vamos quando adoecemos? Para um hospital, portanto, mais uma construção.
Assim, é possível perceber a importância dos projetos de construções hospitalares para nossa saúde.
“Devemos lembrar que o hospital é um dos lugares que mais consomem energia e água, quando
comparado a empreendimentos residenciais e corporativos, já que funciona 24 horas por dia, sete dias
por semana, 365 dias por ano!”, acrescenta a arquiteta Eleonora Zioni, diretora de desenvolvimento de
negócios da Kahn do Brasil. E foi apostando nessa questão que o Hospital Israelita Albert Einstein, em
São Paulo, começou a aplicar conceitos de sustentabilidade em suas edificações.
Embora a busca da diretoria do hospital seja mais ampla, o grande destaque fica por conta do
Pavilhão Vicky e Joseph Safra, parte da unidade Morumbi, que chegou a ser considerado, em 2009,
o maior edifício hospitalar do mundo a receber a certificação LEED NC Gold, atingindo 40 pontos.
“Mostra o alto grau de importância dado pelo cliente a esta certificação na construção deste empreendimento,
assim como o comprometimento de todos os envolvidos no projeto e na construção do
mesmo”, afirma Argeo Costa Neto, gestor de contratos da Racional Engenharia, responsável pela
construção do edifício. De acordo com o Hospital Israelita Albert Einstein, a escolha pelo LEED, dentre
as várias opções de certificação existentes no mercado, foi resultado de uma avaliação combinada de
credibilidade, aplicabilidade e, de fato, do potencial de transformação cultural que o selo traria. “Esta
credibilidade contagiou outras áreas do hospital, como a gestão de compras, gestão de resíduos e,
finalmente, a criação da Diretoria de Sustentabilidade.”
Sendo um tipo diferenciado de construção, os hospitais apresentam alguns requisitos específicos
para se fazer um bom projeto sustentável. De acordo com Arthur Brito, diretor executivo da Kahn, existe,
inclusive, uma modalidade específica de certificação, que inclui os diferentes critérios de análise:
• Utilização de equipamentos médicos eficientes energeticamente;
• Redução de uso de produtos que contenham mercúrio e descarte criterioso;
• Redução de toxinas químicas bioacumulativas associadas ao ciclo de vida de materiais do edifício
(chumbo, cádmio, cobre, etc.);
• Flexibilidade para reformas e ampliações;
• Acústica e conforto para pacientes.
 
 
Além dos quesitos técnicos, o Hospital Israelita Albert
Einstein, aponta para outra diferença crucial: “O empreendedor
do hospital é o operador, diferente de edifícios comerciais
ou residenciais, em que o empreendedor vende o imóvel
para outros operarem.”
A função do paisagismo
Os cerca de 4.000 m² de jardins na cobertura do edifício,
além de serem responsáveis por uma interessante vista aérea
do prédio, têm um papel importante não só na redução da
temperatura dos ambientes internos, como também na gestão
da água. “[Os jardins] Captam as águas de chuva e encaminham
para reservatórios subterrâneos específicos. Após passar
por processos de filtragem, a água é usada em irrigação por
gotejamento”, explica Carolina Botelho, arquiteta do setor
de Desenvolvimento de Projetos da Kahn. De acordo com a
consultoria, 100% da irrigação é feita por meio da água captada.
A escolha das plantas foi outro processo bem pensado.
Todas as áreas verdes foram projetadas para receberem
espécies nativas e adaptadas às temperaturas e regimes de
chuvas locais, a fim de reduzir a necessidade de irrigação.
As chuvas que caem nas áreas que não são cobertas por
jardins também passam pelo mesmo tratamento. A água
captada é utilizada, também, para lavagem de pisos, sistema

de climatização, reserva de combate a incêndio, entre outros.
Vale lembrar que, em hospitais, não pode haver reúso de águas
de chuva para vasos sanitários devido ao risco de contaminação.
“Além de sua importância para o desempenho térmico do
edifício, do controle de descarga de águas pluviais e da redução
da ilha de calor no microclima, os jardins são de vital importância
para a convivência de pacientes, visitantes, funcionários
e médicos do hospital”, completa a equipe do hospital.
Além da captação de água de chuva, todas as peças e
metais sanitários são de baixo consumo e alto rendimento.
Em relação a um hospital comum, o pavilhão alcançou uma
economia de cerca de 30% no consumo de água.

 

AMPLIANDO A SUSTENTABILIDADE

Além do Pavilhão Vicky e Joseph Safra, o Hospital Israelita Albert Einstein
tem uma busca muito maior pela sustentabilidade. A Unidade Perdizes,
por exemplo, também já foi certificada e recebeu o selo LEED Silver,
obtendo 34 pontos no total. “A Unidade Hospitalar de Perdizes buscou
intervir em diferentes frentes para maximizar os benefícios ambientais
de seu prédio”, explica Adriana Hansen, consultora de projetos
sustentáveis do Centro de Tecnologia de Edificações (CTE), empresa
responsável pela consultoria sustentável da unidade em questão.

Confira alguns pontos que
fizeram com que a unidade
alcançasse a sustentabilidade:
• Jardins nas áreas de cobertura:
promovem a biodiversidade,
criam área de lazer e reduzem a
entrada de calor;
• Coleta e aproveitamento
das águas pluviais: a água é
direcionada para um sistema
de tratamento no subsolo
e depois é utilizada para o
sistema de irrigação;
• Dispositivos sanitários de
baixo consumo: bacias com
acionamento único de três
litros STEALTH da Econoágua

, torneiras com arejadores

Econoágua e chuveiros com

vazão de oito litros por minuto;
• Sistemas de ar-condicionado
eficientes e com controle
individualizado;
• Iluminação de baixo consumo;
• Uso de materiais locais e
madeiras certificadas.

 

• Luminárias: Itaim Iluminação
• Paisagismo (execução): Terra Verde
• Vidros: Glassec
• Geradores: Caterpillar
• Remoção de entulho: Polybras
•Instalações Hidráulicas e Elétricas: Qualieng
•Vasos sanitários Stealth Econoágua 
•Arejadores Econoágua

 

 

 

 

 

  

Energia
O edifício apresenta uma interessante solução estrutural
para a redução do gasto de energia. De acordo com Carolina
Botelho, da Kahn, o prédio foi implantado em uma orientação
leste-oeste, com leves inclinações calculadas com modelo
eletrônico via software “para diminuir o recebimento de luz
solar diretamente em suas aberturas, minimizando o ganho de
carga térmica e, por consequência, a demanda de energia para
ar-condicionado”.
As fachadas, construídas com sistema de “cerâmica ventilada”,
evitam que o calor, principalmente no verão, seja transmitido
da área externa para a área interna. Ao mesmo tempo,
o calor gerado no interior do edifício, nos meses mais frios, é
perdido para o exterior. “Além disso, as janelas são compostas
por esquadrias de alto desempenho e vidro duplo insulado, o
que aumenta a inércia térmica da fachada do edifício e não
deixa entrar calor”, explica Carolina. O gestor de contratos da
Racional Engenharia ainda acrescenta: “Os cuidados observados
desde a concepção do projeto, até detalhes durante
a execução, como, por exemplo, a adoção de fornecedores
locais e regionais, são fundamentais para a obtenção de uma
‘fachada sustentável’.”
Ganha destaque também a sinergia existente entre os
sistemas de instalação, permitindo que o calor gerado pelo
sistema de climatização pré-aqueça a água utilizada para
consumo dos pacientes, o que gera um grande ganho energético
e reduz a necessidade de energia para esse fim.
Outro tópico que tem uma influência considerável na economia
de energia é a utilização de equipamentos e lâmpadas
de alto desempenho e baixo consumo, que reduzem o gasto
de energia para 9W/m² com um nível maior de iluminação.
“Foram utilizados reatores de alta eficiência nas luminárias,
e dimerização parcial do sistema, otimizando sua utilização”,
explica Argeo Costa Neto, da Racional Engenharia.
Resíduos
Uma edificação hospitalar lida, diariamente, com os mais
diversos tipos de resíduos, desde os mais comuns até os chamados
resíduos hospitalares, que necessitam de uma gestão
diferenciada, por serem foco de contágio de doenças. Por isso,
é de extrema importância que a gestão de resíduos seja muito
bem pensada e ela passa, é claro, pela sustentabilidade.
O Hospital Israelita Albert Einstein explica que a instituição
tem um programa muito abrangente de gestão de resíduos,
que, além da questão sustentável, tem raízes na questão
econômica. Isso acontece porque o custo de destinação de
resíduos, especialmente infectantes, é representativo e constante
para o hospital. “Desta forma, além dos programas de
redução de geração e reciclagem, o hospital recentemente
investiu em equipamentos de esterilização de resíduos infectantes
e compostagem de resíduos orgânicos, que trazem
benefícios ambientais, sociais e econômicos.”
De acordo com o hospital, cerca de 25% das doenças
são decorrentes de fatores ambientais. Portanto, aí está a
importância da sustentabilidade nessas edificações: preservação
do meio ambiente e manutenção do bem-estar e da
saúde dos seres humanos.
Segundo Adriana, do CTE, um dos pontos mais
importantes é a gestão da água. Ela conta que o
consumo em um hospital é muito superior se comparado
a empreendimentos corporativos. “Por outro lado, a
necessidade de se ter um ambiente com a menor fonte
possível de contaminação faz com que edifícios dessa
natureza tenham dificuldades em reaproveitar água não
potável para abastecimento das bacias e mictórios.”
E é possível verificar que o impacto positivo dessa
construção verde não está apenas no ambiente, mas também
nos usuários e colaboradores da Unidade Hospitalar Perdizes.
De acordo com a consultora, a diferença acontece a partir
do instante em que a unidade fornece: bicicletários de livre
acesso, áreas de lazer com paisagismo, controle do sistema
de ar-condicionado e, é claro, pela coleta seletiva, que está
presente em todas as edificações do Hospital Israelita Albert
Einstein, mesmo naquelas não certificadas.
Além da Unidade Perdizes e do Pavilhão Vicky e Joseph
Safra, que são certificados, a Sociedade Israelita Albert Einstein
já tem mais três projetos inclusos como candidatos à certificação,
inclusive a Unidade Morumbi.

 Fonte: www.revistagreenbuilding.com.br




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